ACME Hostel
Chocolate com gergelim, conversas no skype, seriado coreano (do sul, de onde mais), português de portugal, ‘vi’ and não ‘ui’ (we), malaembaixodacama, beliche, chinês, ucraniano, português, francês, angliskiinglêsinglêsenglishangliskiinglêsinglês, macarrão no café da manhã, kakao, varais improvisados, frases multilíngues, creamcheese, não, manteiga não, leite em pó mais caro do mundo, um mapinha do metrô em cada casaco, celebração do ano chinês, máfia all night long, who am I? Henrique? Bárbara’s boyfriend. I WOULD NEVER KNOW THAT!, hey guys, see you, tchau, paká. opa, esqueci minhas luvas!
Seus primeiros menos 30 você nunca esquece.
Antes de vir pra Saint Pete, quando alguém comentava sobre temperaturas muito baixas, eu ficava admirada. ‘Aqui tá fazendo menos 15’, ou ‘menos 20’. Parece bem frio, eu pensava. Eu, logo eu, fortalezense morando em Brasília, acostumada a temperaturas abaixo de 35 graus, me mudo pra essa cidade cuja a máxima foi menos 19 desde que eu cheguei.
Pra mim, temperaturas muito abaixo de zero eram isso, números com um tracinho na frente. Vã inocência: aqui elas tomam corpo, alma, viram uma entidade onisciente, que penetra não só os pensamentos, mas o corpo todo. O mesmo vale para casacos, chapéus, luvas: ganham vida e se transformam em bons amigos russos, que quando molhados ou perdidos entre uma estação e outra, causam uma dor no coração frente a perspectiva de enfrentar o frio com um companheiro de guerra a menos.
Segundo os russos ortodoxos de Alexandre II, o frio, a falta de cor, a neve, o preto no branco são filhos dos nossos pecados. Deus nos deu o paraíso, mas por conta da nossa desobediência, foi obrigado a colocar-nos nesse frio back&white. Pra compensar, catedrais, igrejas, edifícios com cores fortes e quentes, dourados e prateados reluzentes tentam se aproximar do que um dia foi o paraíso e para onde iremos, após uma vida de fé e respeito à Мать Россия.
http://es.wikipedia.org/wiki/Murcia
- Un frapuccino de café con caramelo, por favor.
-Tall?
-És el pequeño, verdad?
-Sí, el pequeño.
-Sí, ese.. Sabes donde puedo comprame tarjetas telefonicas?
-A la izquierda, después de ‘e.point’, vale?
-Vale, ya, gracias.
-Eres de Murcia?
-Yo? Jaja, no, soy de Fortaleza.
-Fortaleza? (y procura en su mente el mapa de España que ha aprendido en el sexto año de la secundária, pero no se acuerda donde es esa ciudad. A lo mejor es pequeñita.)
-En Brasil, soy de Brasil.
-Oye! (hablando com su compañera de trabajo de Starbucks) Sabias que hay ciudades en Brasil en que se habla castellano?
(Vale, la última frase la inventé yo, pero sería muy chistoso se la hubiera dicho!)
En Madrid :D
Venhávejadeixabeijaseja
Embarco pra Madrid daqui a 20 minutos. Tô agoniadinha, ‘Chuva, Suor e Cerveja’ palpitando na cabeça e quando eu lembro que eu prestes a viver as experiências mais inusitadas da minha vida, só me vêm um aperreio e uma vontade de viver logo tudo isso que é pra saber se vai dar tudo certo mesmo.
Eu e o papai (ele veio até sp me fazer o check in comigo :~) estamos em um hotel dentro de Guarulhos, isso mesmo, dentro. O nome daqui é ‘Fast Sleep’ e é muito perfas, por que reservamos um quarto para as 7 horas que ficamos aqui em Guarulhos, daí temos camas, um banheiro com um chuveiro maravilhoso, internet e ar-condicionado. Lembro quando passei hooooooras aqui em Guarulhos brincando de ‘Volta ao Mundo’ e ‘Cidade Dorme’ (versão comunicação-UnB) sentada em um corredorzinho perdido na cidade que é esse aeroporto com o pessoal da AIESEC Fortaleza e da AIESEC Pelotas, logo depois da CONAL 2010. Bem mais divertido, e obviamente, bem menos cômodo.
Vou aproveitar aqui, por que jajá vou trocar essas regalias por um hostal universitário no coração de São Petersburgo.
Venha, veja, deixa, beija, seja
O que deus quiser!
Translation:
Parliament dissolves > Yes > Mubarak leaves? > No > Protests, civil disobedience strikes > Mubarak leaves
at least we hope so.
Se seu corpo ficasse marcado
Por lábios ou mãos carinhosas
Eu saberia ora, vai mulher
A quantos você pertencia
tinha uma época que eu só sabia cantar ‘and if a ten-ton truck kills the both of us, to die by your side is such a heavenly way to die’. Eu sei, tá errado, e ok, essa ‘época’ foi ano passado. Talvez não seja indie o suficiente, mas do lado de cá da minha tropical-bossanovisse, ainda acho Smiths muito triste, muito bom e, above all, de uma singeleza depressiva encantadora.
(via abstractwhisper)
Infographic of the Day: What Google Knows About Men vs. Women
Google’s book archive sheds light on our differing views of the sexes.
Usually, big, airy questions about society are difficult to answer with hard data. For example, if you’re wondering how our culture views men and women differently, the answers are more likely to come from cultural critics and novelists than empirical science. But Google is changing that.
Chris Harrison, a graduate student in engineering at Carnegie Mellon, created a remarkable graph of how “he” and “she” are used in Google’s massive digital books archive, which contains some 200 years worth of published material. The results provide a totally unique look at the varying perceptions of men and women.
The graph simply shows the 120 most common words used after “he” and “she,” ordered in decreasing frequency. Often, these usages overlap — but at the bottom, you can also see the differences.
So, for example, you see that “he argues” is quite common—which is either a statement about men being argumentative, or being enmeshed in battles of logic and reasoning. By contrast, women often find themselves mentioned in sentences such as “she loves.” Where one phrase might denote an assertive intellectualism, the other denotes a more passive emotional state (“she loves,” after all, doesn’t actually say whether that love is recognized, returned, or worthy). Men are from Mars, women are from … well, you know.
You can tease apart other subtle variations along those lines. For example, “he believes” appears on the list; the closest analogue for women is “she likes.” Again, “he believes” seems like a more forceful statement of intellect; the second, “she likes,” is a far more passive declaration of simple preference. And likewise with “she decided,” which hardly has the willful heft of “he argues.” It’s hard to avoid that age-old conclusion that men are seen as active agents of influence in their world, while women are viewed as more passive and emotional. What’s surprising is that an analysis of millions of books over 200 years bears this out.
Backing up, you can surmise that “he argues” is probably so common among men because they have dominated published academic discourse—and the phrase is stock in academic debate. But even that meta-explanation alone tells you a lot about men vs. women, while roping in data from previously unforeseen terrain.
Cliff is the editor of Co.Design, and writes regularly for Fast Company, WIRED, and GOOD.

Nine of ten Neolithic Men make me cry.
Walk down Portobello road to the sound of reggae
I’m alive
The age of gold, yes the age of
The age of old
The age of gold
The age of music is past
I hear them talk as I walk
yes I hear them talk
I hear they say
Expect the final blast
Walk down Portobello road to the sound of reggae
I’m alive
I’m alive and vivo muito vivo, vivo, vivo
Feel the sound of music banging in my belly
Know that one day I must die
I’m alive
I’m alive and vivo muito vivo, vivo, vivo
In the Eletric Cinema or on the telly, telly, telly
Nine out of ten movie stars make me cry
I’m alive
And nine out of ten film stars make me cry
I’m alive
uma tartaruguinha de presente
e principalmente de futuro
pois viverá uma riqueza de anos
e quando eu haja tomado a estígia barca
rumo ao país obscuro
ela te me lembrará no chão do quarto
e te dirá em sua muda língua
que o tempo, o tempo é simples ruga
na carapaça, não no fundo amor. — Drummond -Três presentes de fim de ano.

(Rery)
Eu sou a filha da Chiquita-Bacana, nunca entro em cana porque sou família demais!
Puxei à mamãe, não caio em armadilha e distribuo banana com os animais.
Na minha ilha, iê, iê, iê que maravilha, iê, iê, iêê
Eu transo todas sem perder o tom :)
E a quadrilha toda grita iê, iê, iê, ‘viva a filha da Chiquita!’ iê,iê, iêê
Entrei pra “Women’s Libe-ra-tion Front”!

(The World of Kim Anderson)
- descansa em meu pobre peito, que jamais enfrenta o mar, mas que tem abraço estreito, morena, com jeito de lhe agradar
- aaah neguinho, deixa eu gostar de você, prá lá do meu coração. Não me diga nunca não
(caê)






![sanity [2]
this time, for real LOL](http://25.media.tumblr.com/tumblr_lf8a4eIMQk1qa0uujo1_500.jpg)
